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ocupação da França pelo exército alemão de 1940 a 1944 teve graves
consequências na sociedade francesa. Não foram poucos os que decidiram
colaborar com os invasores. O Marechal Pétain, o regime de Vichy e as
Milícias são o símbolo dessa traição. Em contrapartida, muitos foram também os jovens que se juntaram à Resistência. |
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A 14 de Junho de 1940, as tropas da Wehrmacht entraram vitoriosas em Paris. |
| O governo francês fixou-se em Bordéus e o Marechal Pétain foi nomeado presidente do Conselho, propondo um armistício que entrou em vigor a 25 de Junho de 1940. A França ficou assim dividida em duas partes: a Norte, o território ocupado pelos Alemães e, a Sul, o regime de Vichy. | ![]() |
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Logo que Pétain aceitou as condições do III Reich, o general Charles de Gaulle, instalado em Londres, lançou um apelo através da BBC, incentivando os seus compatriotas a continuar a luta. |
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| Neste momento, surgem os primeiros embriões da Resistência organizada na clandestinidade e é criado por Jean Moulin o «Conseil National de la Résistance». |
| Muitos resistentes refugiaram-se nos «maquis», ficando conhecidos sob a designação de «maquisards». | ![]() |
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Cada vez mais bem organizados, foi notável o seu contributo na libertação da França, através do apoio informativo às Forças Aliadas, desencadeando várias acções, nomeadamente, sabotagens, atentados e conspirações. |
Sites relacionados:
http://www.fotomundo.com/miscela/resist.shtml
(A fotografia e a imprensa na Resistência Francesa)
http://www.rpr68.org/
(Charles de Gaulle - Selos, discursos, fotografias, etc.)
http://www.multimania.com/geograph/jmoulin/jmoulin2.htm
(Jean Moulin)
http://www.terravista.pt/aguaalto/1098/biograf.html
(Biografias)